segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Augusto Cury - CENTRO DE ESTUDOS: ALERTA: SITE ALTERA NOME
Augusto Cury - CENTRO DE ESTUDOS: ALERTA: SITE ALTERA NOME: Para ter acesso ao Centro de Estudos Augusto Cury deve agora utilizar o seguinte endereço: www.estudosaugustocury.blogspot.com (nosso ender...
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Coletivo Catarse: Carta de Saída de militantes do MST, MTD, Consulta...
Coletivo Catarse: Carta de Saída de militantes do MST, MTD, Consulta...: Carta de saída das nossas organizações (MST, MTD, Consulta Popular e Via Campesina) e do projeto estratégico defendido por elas. Primavera...
sábado, 19 de novembro de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
RECID SC: RECID MACROSUL se reúne com Gilberto Carvalho e mo...
RECID SC: RECID MACROSUL se reúne com Gilberto Carvalho e mo...: "Nesse ano o nosso encontro aconteceu em um centro de vivências construído em meio à natureza e cujas edificações feitas a partir de materi..."
quarta-feira, 8 de junho de 2011
joseluizquadrosdemagalhaes: 443- Artigo - por Mike Whitney - Terror Econômico:...
joseluizquadrosdemagalhaes: 443- Artigo - por Mike Whitney - Terror Econômico:...: "Terror econômico: a dura vida dos trabalhadores nos EUA A recuperação econômica sem criação de postos de trabalho nos EUA está se convert..."
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
MENSAGEM DE JESUS CRISTO: AME E TENHA MISERICORDIA!
| Escrito por Administrator |
| Qui, 26 de Maio de 2011 12:02 |
Mensagem de Jesus Cristo: ame. Dia 13 de maio de 2011, o Jornal O Globo, p. 3, publicou Entrevista com frei Gilvander Moreira sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal – STF - que reconheceu juridicamente a União Civil Homoafetiva. A Entrevista não foi publicada na íntegra. Posteriormente foi disponibilizada na internet – em www.gilvander.org.br , por exemplo – a íntegra da Entrevista na qual frei Gilvander parabeniza o STF pela decisão e apóia a união civil homoafetiva. O posicionamento de frei Gilvander gerou muita repercussão na imprensa, na sociedade e nas igrejas. Muita discussão, pessoas se posicionando a favor e outras, contra. O prof. José Luiz Quadros de Magalhães escreveu um pequeno texto que é um dos mais belos comentários que já vi sobre a mensagem do apóstolo Paulo que resgata a essência da mensagem de Jesus Cristo: amar. É o que segue, abaixo. Frei Gilvander Moreira. Belo Horizonte, MG, Brasil, 26 de maio de 2011. Obrigado Frei Gilvander! Por José Luiz Quadros de Magalhães[1] Vou propor uma reflexão sobre um grande pensador e ativista cristão: o apóstolo Paulo. Paulo nos mostrou a grande novidade do ensinamento e da prática de Jesus Cristo. Uma nova perspectiva libertadora onde, agora, no mundo todos(as) são filhos(as) de Deus(a), todas(os) serão amados e terão como tarefa a simples tarefa de amar. Uma mensagem simples e totalmente revolucionária, amar a todos, lembrando que por trás dos nomes coletivos existe uma pessoa, filha de Deus(a) e que por isto deve amar e ser amada. Paulo nos disse que agora, com Jesus Cristo, descobrimos que “não há mais judeu nem grego, não há mais escravo nem livre, não há mais homem nem mulher” (Gálatas 3,28) “Glória, honra e paz para qualquer um que faça o bem, para o judeu em primeiro lugar, em seguida, para o grego! Pois diante de Deus não há nenhuma distinção entre as pessoas” (Romanos 2,10-11). Ora, qual é a mensagem revolucionária e incrivelmente simples: a de que se amarmos, todas, todos, não há como dar errado. O amor é o segredo, pois amor traz compreensão, bondade, tolerância, pois é o amor que nos une embora tenhamos compreensões diferentes da vida, do mundo, das coisas, embora tenhamos ideologias diferentes, religiões diferentes, orientações sexuais diferentes, idiomas diferentes, se nos amarmos estaremos fazendo aquilo que Deus nos deu de sua essência, e que nos torna iguais embora muito diferentes. O que há de igual em cada um de nós é o fato de sermos seres singulares: singularidades únicas, coletivas, complexas, que costumamos nos identificar e nos escondermos por trás de nomes coletivos como grego ou judeu; católico ou evangélico; tutsi ou hutu; ariano; muçulmano; budista; dark; juiz; médico; advogado; desempregado; homem; homossexual; mulher; padre; pastor; rabino; ou qualquer outro nome. O que o apóstolo Paulo nos lembra é o fato de que, qualquer um destes nomes coletivos é muito pequeno para nos representar. Os nomes coletivos nos reduzem a uma pequena dimensão do que nós somos. Os nomes coletivos nos reduzem a uma dimensão religiosa, nacional, étnica, funcional... lembro a história daquela pessoa que se reduziu à sua dimensão funcional e propôs uma ação judicial para ser chamada de excelência (porque era também juiz de direito) no edifício de apartamentos onde morava. O que Paulo nos lembra é que ninguém é melhor do que ninguém por causa dos nomes coletivos que estampam, mas somos todos iguais porque somos na nossa essência pessoas multidimensionais, complexas, frutos de muitas outras pessoas que nos ajudaram a nos construirmos geneticamente e como pessoas sociais. Digo isto tudo porque me parece estranha, mesmo absurda, a reação de algumas pessoas, que se escondendo por trás do nome coletivo “cristão” condenam Frei Gilvander por amar aos outros. Estas pessoas se perderam em meio a um monte de regras, preconceitos, temores e não enxergaram a única coisa que Jesus nos pediu: Amar. Se amarmos não tem como dar errado. O problema é que as pessoas se apoderaram da mensagem, transformaram, complicaram, proibiram, proibiram, proibiram porque temeram, temeram, temeram. O Grande apóstolo de Tarso nos ensinou mais uma vez que o universalismo possível da mensagem de Jesus Cristo está na não identificação. Paulo recusou qualquer tentava de identificação do cristão pelas leis romanas. O temor de Paulo era o de transformar a mensagem de amar, a prática de amar sem temer, em mais uma religião, cheia de regras, preconceitos, poderes e temores. Parabéns Frei Gilvander por nos lembrar a mensagem de Paulo que nos ajudou a ver a simplicidade da mensagem de Jesus Cristo: ame. [1] Doutor |
MARCHA POPULAR; URGE NO BRASIL UMA AMPLA MOBILIZACAO SOCIAL!

Caras Amigas,Caros Amigos,
Paz e Bem a todos e a todas!!
Tomei emprestado a IMAGEM acima para MOSTRAR ccomo URGE uma NECESSIDADE GIGANTTESCA de um AMPLO PROCESSO de SOCIOORGANIZACAO de BASE para que possamos enfrentar os desafios colocados para os movimentos sociais, populares e o DESAFIO da SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL... Isso agora e coisa de VIDA x MORTE! O que aconteceu na camara federal e a mais nitida DEMONSTRACAO da FORCA DO CAPITAL BINACIONAL contra nossas RIQUEZAS, BIODIVERSIDADE, SOCIOBIODIVERSIDADE e todas as RIQUEZAS NATURAIS EXISTENTES no Brasil!
Urge que busquemos CCONSTRUIR FERRAMENTAS como as MIDIAS SOCIAIS para ENFRENTAR toda esta INVESTIDA contra a NACAO BRASILEIRA!
PELA VIDA! PELA SOCIOBIODIVERSIDADE!
Ecoabracos fraternais,
Reis Oliveira
Ecoambientalista
Ecoeducador Popular
Consultor Social.
terça-feira, 12 de abril de 2011
PELA VIDA, PELA TERRA E POR NOSSA SUSTENTABILIDADE! NAO A PRIVATIZACAO DAS SEMENTES CRIOULAS!
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Semana de Agroecologia em Amargosa!!
ASSOCIAÇÃO DAS COOPERATIVAS DE CRÉDITO DE APOIO À ECONOMIA FAMILIAR SOLIDÁRIA DO ESTADO DA BAHIA – SISTEMA ASCOOB
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO POPULAR COOPERATIVISTA – DECOOP
SEMANA DE AGROECOLOGIA, ECODESENVOLVIMENTO E ECOSSUSTENTABILIADDE NO VALE DO JIQUIRIÇÁ NO ESTADO DA BAHIA
MINI-CURSO: ASSOCIATIVISMO COMUNITÁRIO E COOPERATIVISMO POPULAR DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA – INSTRUMENTOS DE EMPODERAMENTO DOS AGRICULTORES FAMILIARES NO VALE DO JIQUIRIÇÁ
O associativismo comunitário e o cooperativismo popular, como ferramenta para o ecodesenvolvimento local, integrado, popular, sustentável e solidário no Vale do Jiquiriçá e o papel do cooperativismo de crédito / produção como elemento central e norteador no processo e fomento a cultura da cooperação e da solidariedade organizada, construindo uma outra economia ecossustentavel, tendo os agricultores e agricultoras familiares como sujeitos e sujeitas deste processo.
Teólogo
Assessor Pedagógico
Educador Popular
Consultor Social – EDUCOOP / SISTEMA ASCOOB.
A CULTURA DA COOPERAÇÃO E DA SOLIDARIEDADE COMO PREMISSA E CAMINHO PARA O ECODESENVOLVIMENTO E A ECOSSUSTENTABILIDADE PESSOAL, FAMILIAR E SÓCIO-COMUNITÁRIA, COMO MEIO PARA A CONVIVÊNCIA E A MUDANÇA DE PARADIGMAS ENTRE OS SERES HUMANOS E UMA NOVA CONSCIÊNCIA / PRÁTICA DE SE VIVER NA CASA COMUM: GAYA!
Fundamentação sócia histórica:
Na história da humanidade, encontramos em cada tempo, em cada povo e em contextos diversificados, a luta – caminhada para que vivamos de forma mais humana, justa, fraterna e solidária. A humanidade sempre perseguiu os ideários de uma sociedade diferente, onde tivéssemos o essencial para que todos vivessem conforme seria o sonho de uma sociedade libertária, igualitária e humanitária. Essa busca / luta, sempre teve caricaturas, feições e formas sócias – organizativas e políticas concretas. Impossível pensarmos e imaginarmos uma sociedade sem formas reais e concretas de vivenciarmos nossas crenças, sonhos e projetos. Nesta direção, sempre buscamos materializar nossos projetos de uma sociedade diferente, nova e próxima de horizontes socialistas, democráticos, solidários e humanistas. Homens e mulheres, partindo dos processos de dominação política, exploração econômica e controle ideológico; foram historicamente, forjando, inventando, recriando e mudando os sistemas de vida social, política, econômica e cultural, sempre na perspectiva de almejarmos / chegarmos a essa sociedade nova / utópica. É dentro deste contexto de luta pela vida, de negação da dominação política, da exploração econômica e do controle ideológico, que nasce o MOVIMENTO COOPERATIVISTA, oriundo do seio das lutas sociais do movimento operário fabril, fruto do avanço da revolução industrial e de suas contradições, como o é a qualquer processo humano. Foi exatamente dos conflitos sociais e do fosso econômico causado pela exploração capitalista do século 17, na Europa que nasceu o movimento cooperativista moderno. Das lutas, dos embates, das conquistas e dos avanços que o movimento dos operários conquistou com certeza o cooperativismo é um dos quais podemos afirmar como sendo uma das mais importantes ferramentas de organização para a construção de uma outra sociedade. Em um mundo cada vez mais mundializado e com as economias caminhando com rapidez para processos de financeirização, não há como os agricultores e agricultoras familiares não se organizarem. Como diz o prof. Juan Antônio Giner ... “Não serão os grandes que devorarão os pequenos; serão os rápidos que comerão os lentos”... A agricultura familiar somente conseguirá impor-se enquanto projeto estratégico de sociedade se de fato tivermos construindo ferramentas, mecanismos e instrumentos apropriados, eficientes, eficazes e que com efetividade possa fazer a mesma se estruturar, inclusive no que concerne aos mercados. O grande desafio que estar colocado para a agricultura familiar neste limiar de século XXI é a construção da cultura da cooperação e da solidariedade. Urge que trabalhemos fomentar processos biossociais que nos possibilitem o despertar para as vivências de atitudes, ações, atividades, posturas e práticas pessoais, familiares e sociais que afirmem os princípios, os valores e as virtudes de UMA OUTRA SOCIEDADE, baseada em UMA OUTRA ECONOMIA e alicerçada nos valores humanos, tais como:
Ø Solidariedade;
Ø Fraternidade;
Ø Igualdade;
Ø Liberdade;
Ø Humanidade;
Ø Ecossustentabilidade;
Ø Diversidade;
Ø Pluralidade;
Ø Participalidade;
Ø Sociabilidade e tantos outros que poderíamos aqui elencar. Fato
que, tanto no ontem, quanto no hoje, continuamos na luta – caminhada – construção dessa OUTRA SOCIEDADE. O cooperativismo é sem sobras de dúvidas um dos caminhos encontrados pelos agricultores e agricultoras familiares para fazer a gestação social dessa nova sociedade. No contexto atual, não poderíamos fazer uso de uma ferramenta tão eficaz e forte como o cooperativismo. Nosso grande gargalo é como fomentar e trabalhar para que consigamos internalizar nas organizações, movimentos e nas lideranças sociais e populares, essa cultura da cooperação e da solidariedade de forma mais orgânica, calcada em pilares de gestão compartilhada, tendo na ética social o seu principal sustentáculo.
Conceituações Gerais
Cooperar deriva etimologicamente da palavra latina ‘cooperari’, formada por “cum” (com) e “operari” (trabalhar), e significa agir, simultaneamente ou coletivamente, com outros e outras para um mesmo fim, ou seja, trabalhar em comum para o êxito de um mesmo propósito. É exatamente este sentido de operar em conjunto, trabalhar coletivamente, agir de forma cooperativa e solidária que precisamos resgatar recuperar e ressuscitar nas organizações, nos movimentos e nas lideranças sociais e populares de forma geral para que o associativismo comunitário e o cooperativismo popular possam criar raízes e fincar-se nos corações, nas consciências e nos espíritos humanos e das instituições. Derivado disso pode-se dizer que cooperação é o método de ação pelo qual pessoas, famílias, grupos e comunidades, com interesses comuns, constituem um empreendimento cooperativo. Neste, os direitos de todos são iguais e os resultados alcançados são repartidos entre seus membros de forma proporcional às atividades exercidas na organização cooperativada.
Cooperativismo é o movimento planetário, com objetivo de constituir uma sociedade justa, livre e fraterna, em bases democráticas, através de empreendimento à altura das necessidades reais dos cooperantes e com remuneração adequada a cada um deles. Poderíamos ainda definir cooperativismo como sendo também uma DOUTRINA (Pensamento), um sistema de idéias, um movimento ou simplesmente uma atitude e ou disposição considerando as cooperativas como uma forma ideal de organização das atividades sócio-econômicas da humanidade. Juntando tudo isso, podemos afirmar que cooperativas são sociedades civis, formadas por pessoas com interesses comuns, organizadas democraticamente, de naturezas jurídicas próprias, não sujeitas a falência, constituídas para prestar serviços aos seus cooperados e ao entorno social onde estão inseridas. Quem participa de uma sociedade cooperativada, é denominado de cooperado, que é o trabalhador ou trabalhadora rural (agricultor / agricultora familiar), ou também urbano, profissional de um ramo sócio-econômico-financeiro; associado a uma COOPERATIVA, na qual participa ativamente, assumindo responsabilidades, direitos e deveres inerentes à sua condição de sócio-proprietário e à instituição cooperativada.
Princípios, Valores e Virtudes do Movimento Cooperativista Internacional
O movimento cooperativista construiu seus pilares sob a égide dos mais sagrados fundamentos das lutas emnacipatórias, libertárias e humanitárias, oriundas dos movimentos fabris do final do século XVI e todo do século XVII na Europa; sacudida por fortes ventos de luta de libertação do proletariado. Na composição do movimento cooperativista não tínhamos apenas os socialistas. Encontramos dentro do seio do mesmo, os comunistas, o anarquista-socialistas, os anarquista-cristãos, os anarquista-puros, os socais-democratas, os liberais... No decorrer do tempo, os princípios, os valores e as virtudes foram tomando formas e maneiras que refletiam as disputas, as correntes e os diversos pensamentos políticos existentes. O que se segue é, portanto, os consensos que historicamente foram construídos, levando em consideração os diversos contextos onde o movimento cooperativista fincou suas raízes.
Fundamentos Básicos da Ação Cooperativada
Esses fundamentos foram constituídos tendo por base um programa comum às diversas sociedades, movimentos e organizações existentes, com suas diversas vinculações ideológicas políticas e socais e econômicas. A depender dos laços e das ligações, vamos encontrar essa ou aquela coloração. Entretanto, os pioneiros, conseguiram constituir uma plataforma comum de ação unitária, sob a qual estabeleceram o nascimento desse importante movimento.A seguir, os 4 pilares e os 7 princípios planetários do movimento cooperativista. Acrescentamos também, virtudes, valores e elementos da ética cooperativista. Trazemos para o debate os elementos estratégicos do movimento cooperativista da agricultura familiar e economia solidária do Brasil, pós-fundação da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária.
1). As sociedades cooperativadas, são práticas da doutrina cooperativista mundial;
2). Sem o exercício permanente dos princípios, valores e virtudes doutrinários cooperativistas, não existem sociedades cooperativadas;
3). A consciência / vivência dos princípios doutrinários do cooperativismo educa o associado / cooperado e o capacita para viver em grupo;
4). O cooperativismo visa basicamente o desenvolvimento integral do ser humano e em conseqüência o resgate da sua cidadania.
Princípios Filosóficos do Movimento Cooperativista
Ø Adesão livre e voluntária;
Ø Gestão democrática pelos membros;
Ø Participação econômica dos membros;
Ø Autonomia e independência;
Ø Educação, formação e informação;
Ø Intercooperação;
Ø Interesse pela comunidade.
Virtudes do Movimento Cooperativista
1- Viver melhor;
2- Pagar sempre em dinheiro;
3- Poupar sem sofrimento;
4- Suprimir os pessimistas;
5- Combater os vícios que estraga as pessoas;
6- Integrar mulheres e os jovens nas questões sociais e econômicas da cooperativa e das localidades;
7- Educar economicamente o povo;
8- Facilitar a todos os acesso à propriedade;
9- Reconstruir a propriedade coletiva;
10-
Estabelecer o preço justo e solidário;
Eliminar o lucro capitalista;
11- Abolir os conflitos;
12- Construir a solidariedade social e econômica.
Valores do Movimento Cooperativista
Ø Solidariedade;
Ø Fraternidade;
Ø Igualdade;
Ø Liberdade;
Ø Participalidade;
Ø Sociabilidade;
Ø Democracia;
Ø Cooperação;
Ø Honestidade;
Ø Responsabilidade;
Ø Mutualidade;
Ø Liberdade Social;
Ø Humanidade.
Elementos da Ética Cooperativista
Ø Solidariedade;
Ø Ecumenicidade;
Ø Responsabilidade;
Ø Criatividade;
Ø Honestidade;
Ø Mutualidade;
Ø Participação.
Princípios do Movimento Cooperativista da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Brasil:
Ø Participação democrática, ativa e efetiva;
Ø Gestão social e autogestão das cooperativas;
Ø Participação ativa de jovens e mulheres;
Ø Descentralização das estruturas, com equilíbrio entre crescimento das estruturas e das pessoas;
Ø Estruturas pequenas e fortes, integradas por meio de REDES LOCAIS de cooperativas;
Ø Organização com base nas pessoas e não no patrimônio financeiro;
Ø Democratização do acesso a terra, à propriedade e aos direitos sociais básicos como saúde, educação, infra-estrutura, crédito e outros;
Ø Desenvolvimento como articulação das dinâmicas locais, favorecendo as potencialidades dos espaços e geoambientalmente equilibrados;
Ø Educação e divulgação dos Princípios cooperativistas.
Atitudes Educativas – Organizativas dos Militantes Cooperativistas:
Ø Educar-se para aprender a apreender permanentemente;
Ø Coerência entre o discurso e a prática;
Ø Envolvimento com as famílias, os grupos e as comunidades;
Ø Solidariedade com os mais pobres e excluídos;
Ø Construção de uma sociedade ecossustentavel;
Ø Empreendedorismo familiar, solidário e popular;
Ø Vivencia democrática;
Ø Humanização das pessoas e das relações sociais.
Vantagens do Movimento Cooperativista
1- O autofinanciamento e empoderamento econômico-financeiro-social e político da agricultura familiar;
2- Diminuição da exclusão social;
3- Uma organização auto-sustentável;
4- Interatividade para com o ecodesenvolvimento local;
5- Agente de mobilização social;
6- Acesso ao crédito e à mercados de articulado-organizados;
7- Autonomia e liberdade dos associados / cooperados com o seu próprio negócio;
8- Administração feita pelos próprios agricultores familiares;
9- Acesso às políticas públicas (municipais, territoriais, estaduais e nacionais);
10-Participação dos cooperados nos destinos / rumos da organização cooperativada;
11-Reforço da nano, micro e pequena economia local, municipais, territoriais;
12-Recuperação do tecido social, sobretudo de populações sociohistoricamente marginalizadas...
Eixos Estratégicos de Atuação Educativo-Organizativo do Cooperativismo da Agricultura Familiar e Economia Solidária:
- Educar para aprender a aprender permanentemente;
- Coerência entre o discurso e a prática, sobretudo das lideranças;
- Envolvimento com as comunidades, associações, grupos de produção de base;
- Solidariedade orgânica, social, política e econômica;
- Ecossustentabilidade;
- (Empreendedorismo popular, sobretudo a nano, micro e a pequenas economias locais);
- Gestão compartilhada;
- Cultura da Cooperação e da Solidariedade;
- Reconstruir as identidades sociais;
- Fortalecimento da Agricultura Familiar, com enfoque agroecológico;
- Resgate dos Valores sócio-culturais das comunidades;
- Priorizar a formação de núcleos cooperativistas de base, com destaque / enfoque para as mulheres e a juventude, como atores e atrizes emergentes desse novo processo sócio-educativo-organizativo e agroprodutivos locais, municipais, territoriais. Sem a participação efetiva e ativa da juventude e das mulheres, não teremos de fato,a consolidação da agricultura familiar e consequentemente dessa outra economia e muito menos de uma outra sociedade.
Mistica Socioorganizacional para Liderancas Sociais e Populares!!
CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO MUNICÍPIO DE AMARGOSA - COMDRAS
PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE NOVOS AGENTES MULTIPLICADORES POPULARES COOPERATIVISTAS DE BASE – FORMACOOB
PROJETO ATER – SUSTENTABILIDADE E AGROECOLOGIA, CONSTRUINDO UM NOVO PADRÃO DE ATER NO MUNICÍPIO DE AMARGOSA NO VALE DO JIQUIRIÇÁ
EIXO: ASSOCIATIVISMO E COOPERATIVISMO
Objetivo Geral – Capacitar lideranças sociais e comunitárias, pertencentes às associações comunitárias, em associativismo e cooperativismo da agricultura familiar e economia solidária, para assumirem a gestão social, política e econômica da cooperativa de agroprodução familiar no município de Amargosa.
Objetivos Operacionais
Ø Contribuir para a formação da consciência crítica, analítica, cuidadosa e criadora das lideranças e dos agricultores familiares;
Ø Despertar a necessidade da organização social, comunitária e popular como instrumento de participação e organização para melhorar a qualidade de vida das famílias e das comunidades;
Ø Papel do associativismo-comunitário e do cooperativismo popular e solidário na emancipação social das famílias da agricultura familiar;
Ø Ecossustentabilidade dos processos biossociais e segurança nas relações sociais, como pré-requisito para mudanças de práticas e posturas pessoais, familiares, comunitárias e sociais,
Ø Compreender a construção dos pensamentos, das atitudes, dos comportamentos e da formatação das identidades pessoais, familiares, comunitárias, organizacionais e sociais nos processos ecodesenvolvimento local, integrado, sustentável, solidário e popular.
O EXERCÍCIO DA LIDERANÇA SOCIAL PARA O SÉCULO XXI, FOMENTANDO PROCESSOS ECOSOCIAIS QUE POSSIBILITE A LIDERANÇA DE SE MESMO PARA DEPOIS LIDERAR OS OUTROS
O CUIDADO DE SI: - PARA UMA ECOESPIRITUALIDADE DE HARMONIA, NOVOS PARADIGMAS: ÉTICO, ÉTNICO, ECOLÓGICO E ECOSOCIAL – possibilidades para atitudes, ações, atividades, posturas e posições emancipadoras, para viver em plenitude: uma nova vida através de uma nova ecovisão.
“... SÓ O HOMEM, ENTRE TODAS AS CRIATURAS DA TERRA,
PODE MUDAR SUA PRÓPRIA VIDA. SÓ O HOMEM É O AR
QUITETO DO SEU DESTINO. A MAIOR DESCOBERTA DE
NOSSA GERAÇÃO É QUE O SER HUMANO, MUDANDO AS
ATITUDES INTERNAS EM SUA MENTE, PODEM MUDAR OS
ASPECTOS EXTERNOS “DE SUA VIDA...”
(William James)
... “EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA E VIDA EM
PLENITDE... “
(João, 10,10)
... “A GLÓRIA DE DEUS É UM SER HUMANO EM PLENITUDE...”
(Irineu, século II)
UMA NOVA PESSOA PARA UM NOVO MUNDO - VIVER UMA VIDA EM PLENITUDE:
1) – A dimensão ecoespiritual,
2) – A dimensão física,
3) – A dimensão social,
4) – A dimensão política,
5) – A dimensão econômica...
A ESSÊNCIA DA VIDA PLENA
Ø ser saudável,
Ø ser aprendiz,
Ø ser solidário,
Ø ser guerreiro,
Ø ser feliz,
Ø ser forte,
Ø ser crente...
AS FONTES DO VIVER PLENAMENTE EM PLENITUDE
Ø aceitar-se a si mesmo;
Ø ser a própria pessoa;
Ø esquecer-se de si mesmo no amor;
Ø descobrir um significado para sua vida;
Ø compartilhar sua própria pessoa;
Ø compartilhar sua própria vida;
Ø compartilhar um projeto de vida...
OS CAMINHOS PARA VIVER EM PLENITUDE
Ø A reformulação do Estilo de Vida;
Ø Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco;
Ø Alimentação, Exercício Físico e Relaxamento;
Ø Administração do Estresse;
Ø A Dependência Química;
Ø Doenças Sexualmente Transmissíveis;
Ø Viver com Segurança no Trabalho, em casa, na rua, no dia - a –dia;
Ø O Papel do Trabalho da Vida Plena;
Ø A Oração ... o Silêncio... a Contemplação...
Ø A Solidariedade... a Ternura... o Afeto...
A GESTÃO DA VIDA PLENA
Ø O Compromisso de Crescimento Pessoal;
Ø A Energia Empreendedora;
Ø A Comunicação Empática;
Ø A Cooperação Criativa;
Ø A Solidariedade Incondicional ...
A VIDA É A VIDA, PORTANTO É PRECISO SABER VIVER
> A vida é uma oportunidade, AGARRE-A;
> A vida é uma beleza, ADMIRE-A;
> A vida é uma ventura, SABOREIE-A;
> A vida é um sonho, FAÇA DELE REALIDADE;
> A vida é um desafio, ENFRENTE-O;
> A vida é jogo, JOGUE-O;
> A vida é dever, CUMPRA-O;
> A vida é preciosa, CUIDE BEM DELA;
> A vida é uma riqueza, CONSERVE-A;
> A vida é amor, VIVA-O;
> A vida é um mistério, DESVENDE-O;
> A vida é uma promessa, CUMPRA-A;
> A vida e uma tristeza, SUPERE-A;
> A vida é um hino, CANTE-O;
> A vida é um combate, ACEITE-O;
> A vida é uma tragédia, ENFRENTE-A;
> A vida é aventura, OUSE-A;
> A vida é uma felicidade, MEREÇA-A;
> A vida é a vida, DEFENDE-A, sempre, pois ela é DOM DE DEUS, fonte de TODA A VIDA, VIDA DE TODAS AS VIDAS!
COMO FAZER ACONTECER E VIVER UMA VIDA EM PLENITUDE
1) . Visualize com detalhes, como se tudo já tivesse sido realizado;
2) . Dê rapidamente o primeiro passo;
3) . Faça tudo ‘ de corpo e alma’;
4) . Faça tudo com muito boa vontade e prazer;
5) . Seja otimista, positivista, afirmativista, sempre;
6) . Concentre-se nos seus pontos fortes;
7) . Concentre suas energias em suas principais idéias;
8) . Decole e vá aperfeiçoando em pleno vôo;
9) . Foque-se na busca das soluções;
10). Crie condições favoráveis;
11). Seja natural, sendo você mesmo;
12). Pense sempre nos riscos e nas recompensas;
13). Neutralize os palpiteiros inconseqüentes;
14). Evite divagar, sobretudo com especulações negativas;
15). Seja transparente, ético e moralmente inabalável;
16). Seja generoso, tenha compaixão e misericórdia;
17). Aja sempre numa postura ganha-ganha;
18). Confie 100% em sua força interior;
19). Busque excelência, sempre;
20). Chute acomodação e o imobilismo para longe de você. Não se acomode. Procure sempre melhorar seus próprios feitos.
ORAÇÃO PARA SE TER, SER E VIVER UMA VIDA EM PLENITUDE
Senhor, tu que dissestes: EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA E A VIDA EM PLENITUDE, liberta-nos de todos os temores e dá-nos coragem para agir:
Ø contra o ódio, a favor do AMOR;
Ø contra a opressão, a favor da JUSTIÇA;
Ø contra a pobreza, a favor da prosperidade;
Ø contra a doença, a favor da saúde;
Ø contra a solidão, a favor da comunhão;
Ø contra a violência, a favor da paz;
Ø contra a prepotência, a favor da humildade;
Ø contra o autoritarismo, a favor da democracia;
Ø contra a ignorância, a favor da educação;
Ø contra a alienação, a favor da consciência;
Ø contra a morte, a favor da VIDA PLENA...
Mostra-nos, Senhor, a cada dia, a parte que temos em tuas obras,
como testemunhas vivas do poder do teu Santo Espírito!
Amém! Aleluia! Adsum! Axé! Auerê!
CONTEXTO PARA O EXERCÍCIO DE UMA NOVA ORTOPRAXIS, UMA NOVA FORMA DE SER E FAZER LIDERANÇA no século XXI nos contextos sócios - comunitários e sócio – organizativos.
CAMPO SOCIAL
Ø Crescimento populacional acelerado,
Ø Concentração: PODER / SER / TER / SABER / FAZER,
Ø Empobrecimento: aumento da fome e da miséria,
Ø Ascensão das mulheres,
Ø Novos Movimentos Sociais Emergentes,
Ø Novos Atores e Atrizes Sociais,
CAMPO POLÍTICO
Ø Nova Ordem Mundial,
Ø Declínio do Pensamento Neoliberal,
Ø Novos Atores e Atrizes (América Latina e Caribe),
Ø Esquerda: Clássica x Social,
Ø Ascensão da Esquerda (Via Institucional),
CAMPO ECONÔMICO
Ø Blocos Econômicos,
Ø Mercosul,
Ø Comunidade Econômica Européia,
Ø Moedas: Dólar x Euro x Locais,
Ø Financeirização das Economias,
Ø Transnacionalização dos Capitais / Riqueza,
Ø Mercado Eletrônico,
Ø Narcoeconomias,
Ø Desempregos,
Ø Economia Social Solidária,
Ø Mercados Solidários,
CAMPO TECNOLÓGICO
Ø Microeletrônica,
Ø Nanotecnologias,
Ø Circuitos Integrados,
Ø Internet / WEB,
Ø DNA (Manipulação dos GENS),
Ø Engenharia Genética: clonagens, Projeto Genoma Humano,
Ø Satélites: ampliando o PODER da MÍDIA
Ø Microbiologia / biotecnologias (transgenia / manipulação de sementes / patenteamentos de estruturas moleculares),
CAMPO ORGANIZACIONAL
Ø Novas Tecnologias Produtivas,
Ø Administração: busca / construção de resultados,
Ø Emergência de NOVOS PAPÉIS / ATORES SOCIAIS,
Ø Novas Demandas: geração de renda x trabalho x emprego,
CAMPO GERENCIAL
Ø Teorias Participativas de Gestão,
Ø Redefinição do conceito de liderança,
Ø Novas Formas de CAPACITAÇÃO: ESCOLAS ABERTAS,
Ø Gestão da Qualidade,
Ø Novas Formas FAZER gerenciamento: equipes x indivíduos,
CAMPO RELIGIOSO
Ø Institucionalismos,
Ø Fundamentalismos,
Ø Reducionismos,
Ø Relativismos,
Ø Proselitismos,
Ø Novos Movimentos / Seitas: Cristãs / Esoterismos e Gnosticismos,
CAMPO ECOSUSTENTABILIDADE
Ø Ecopedagogia,
Ø Noosfera,
Ø Aquecimento Global,
Ø Poluições,
Ø ÁGUA: comodities x guerra x Hidronegócios,
Ø Desmatamentos,
Ø Efeito Estufa,
CAMPO BIOCOMPORTAMENTAL
Ø Neurociências,
Ø Programação neurolinguistica,
Ø Novos Conhecimentos,
Ø Inteligências Múltiplas,
Ø Multifocalidade,
Ø CONSULTORIAS: AUTO AJUDAS,
Ø Consumo de álcool e drogas aumentando,
Sinopse elaborada, pelo Prof. Reis Oliveira, tendo por
Base: - Jesus, o maior executivo que já existiu;
- Os Sete Hábitos das Pessoas mais eficazes;
- Os Oito Hábitos: Da Eficácia à Grandeza, do Prof. Dr.
Stephen Covey, da Franklyn Covey, EUA;
- Crise Global: Desafios, Limites e Perspectiva.
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